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Depoimentos

 

Stefan  Reinold

03/07/2014

Um relato de um participante da Expedição Carstensz 2014 desde o Campo Base (4.300 m) através do telefone satelital.

Meu nome é Stefan Reinold, estou na 3ª Expedição com a Grade 6 e posso dizer que a montanha Carstensz é de longe, uma das maiores aventuras encaradas, sobrepondo a mais singular das aventuras, as corridas de aventura. Em alguns aspectos são apenas similares, mas o Carstensz exige muito, 20 kg na mochila, terreno em quase toda extensão de 70 quilômetros encharco, dificultando muito cada passada, uma luta com bota tipo galocha, maltratando os pés em todo trekking, escalada feita em ar rarefeito, chuva, frio, vento, uso de poncho, desgaste físico brutal, dia-a-dia minando a resistência psicológica. Seis dias até o Base Camp, noites no meio do nada, em barracas, chão desnivelado, comida com certa escassez feita em fogueira pelos integrantes da tribo, pessoas com históricos canibais em seus ancestrais. Hoje é um povo curioso, quer ver tudo de perto, tocar em tudo, tocar em você, para saber se “somos reais”.

Atravessamos 14 vezes os rios na região, tarefa que muitas vezes nos deixou molhados, um desconforto a mais para encarar a média de 11 horas diárias de deslocamento.

Está sendo uma experiência incrível, um aprendizado sentido na vivencia, na emoção, na saudade das pessoas amadas e queridas: meus filhos, minha namorada Reinold,minha família.

Carstensz é uma montanha e aventura, remota, a aproximadamente 25 mil quilômetros de casa, 12 horas de fuso horário e abrindo espaço para registro de vida, evolução da alma, uma higiene mental, uma história pra contar.

Ainda falta o cume, que virá nos próximos dias.

Obrigado Grade 6 e Carlos Santalena.

Beijo aos meus filhos Frederico e Louise, amo vocês!

 

Lucimara - deficiente visual

01/07/2014

Sobre saída ao Huayna Potosi – Expedição Inclusiva

Viagem à Bolívia

Subir uma montanha não é para qualquer um, é preciso estar bem preparado, tanto fisicamente quanto mentalmente.
Acredito que foi o momento certo quando fui convidada para participar deste grande desafio, pois estava precisando de algo inovador em minha vida.
Muitas pessoas me disseram que eu estava louca, que a montanha era muito perigosa, que muitos que tentaram subi-la já tinham morrido e muitas outras coisas negativas. Mas, nenhuma destas palavras me fez desistir.
Comecei a me preparar para a chegada do grande dia. Fiz academia, participei de corridas, caminhadas e muitas outras atividades.
Quando chegou o dia da viagem, estava muito animada, pois sabia que aquele momento tão esperado tinha chegado.
Ao chegar à Bolívia, coloquei em minha mente que dali pra frente tudo que acontecesse seria algo novo, como conhecer pessoas, visitar algum lugar e, o principal atingir o grande objetivo, “chegar ao cume da montanha”.
Nos dois primeiros dias eu e meus companheiros de viagem ficamos na cidade para aclimatar um pouco, pois mais de Três mil metros de altitude não é brincadeira.
Após esta pequena pausa, continuamos nossa jornada rumo ao campo base da montanha.
Ao chegar lá, foi maravilhoso, pois fomos muito bem recebidos pela equipe de guias, parecia até que nos conhecíamos há anos e anos.
Senti-me em casa, pois tanto eu, quanto meu amigo Edcarlos, fomos acolhidos com muito carinho e sem nenhum preconceito por sermos deficientes visuais.
Aquele lugar é maravilhoso, o silêncio, o soprar do vento nas montanhas, o céu azul, o barulho das águas que escorriam da montanha, direto para o riozinho… nossa, era demais!
Após o almoço, que por sinal estava divino, fizemos uma caminhada de mais ou menos duas horas, para conhecer um pouco do lugar. Passamos por caminhos diferentes do que estávamos acostumados a fazer no nosso dia a dia, pois, era só subida, com muitas pedras, riachos para atravessar, fora a questão da altitude que fazia com que nos cansássemos muito mais rápido. Mas tudo correu bem, tive total confiança nas pessoas que estavam me guiando.
Esta confiança fez com que eu não tivesse medo de nada, mergulhei de corpo e alma nesta missão.
Nos outros dois dias, tivemos treinamento no glaciar para nos adaptar com o equipo de montanha. Para mim, estar no glaciar, foi algo inesquecível, pois toquei na neve, pude me afundar no gelo, me senti até mais leve. Acredito que foram poucos deficientes visuais que tiveram contato com este lugar tão mágico.
Caminhar no gelo foi muito fácil, parecia até que já estava habituada a usar os crampons no meu dia a dia.
Estava me sentindo muito feliz, porque tudo corria maravilhosamente bem, a equipe muito unida, cada um ajudando no que podia, não me sentia sozinha nenhum instante, conversávamos, dávamos muitas risadas e, compartilhávamos nossas experiências de vida.
Estava muito concentrada e determinada a atingir esta missão, não fiquei doente, não passei mal com a altitude, mantive minha alto-estima e consegui transmitir força aqueles que estavam querendo desanimar.
Um dia antes do ataque ao cume fomos para o campo alto, de onde daríamos continuidade na nossa caminhada, rumo ao topo da montanha.
A subida foi um pouco cansativa e gelada, mas quando chegamos, pudemos degustar uma comida quentinha, preparada pela querida Maria e logo após, fomos descansar.
No outro dia, acordamos cedo, para ser mais exata meia-noite, tomamos café, nos arrumamos e levantamos voo rumo ao cume.
Estava um pouco ansiosa, porém, muito confiante que conseguiria chegar.
Nesta escalada na montanha, eu tive dois momentos difíceis que poderiam ter impactado negativamente a minha chegada ao cume. No Primeiro momento, foi o início da subida, ali é onde tudo começa, é onde você vai decidir se continua ou desiste, na verdade é o “teste da montanha” para ver sua coragem, sua força interior, seu controle emocional. Neste começo é onde muitos desistiram e não tiveram forças suficientes para prosseguir. Foi onde eu comecei a ter fraqueza, desânimo, saudade de casa, perguntando o que estava fazendo ali, e assim, o meu corpo começou a se cansar muito rápido, forças maiores estavam tentando me bloquear e impedir que minha missão se concretizasse. Então o meu guia Edu, pôs a mão no meu coração e transmitiu-me força, energia, luz… Após este momento, me recuperei, a alto-estima voltou, não sentia mais cansaço, estava pronta para continuar. Acredito que se todas as pessoas tivessem um guia para apoiá-las nos momentos mais difíceis da montanha, muitas teriam alcançado seus objetivos.
Após esta fase, tudo voltou ao normal, continuamos nossa subida, parando apenas algumas vezes para tomar algo quente, descansar um pouquinho e saber como estava o restante da equipe.
O segundo momento que enfrentei foi na chegada, pois tive que escalar uma parede muito inclinada, quando dei conta do que estava acontecendo, já estava deitada no gelo, “comendo neve literalmente”. Mas, estava consciente, sabia que faltava muito pouco para atingir o nosso cume. Então, mais uma vez fui orientada pela equipe de guias “Edu, Sergio, Tyoko, Osvaldo” e por todas as outras pessoas que estavam ao meu redor. Fui seguindo cada coordenada “põem o pé aqui, o outro ali, força, você pode, muito bem, está chegando,…”. E, finalmente, atingi o tão esperado cume! Foi muito emocionante a minha chegada, a alegria tomou conta de mim, chorei muito. Senti o calor do sol majestoso irradiando todo o meu ser, o ar puro e fresco entrando em meus pulmões, o acolher tranquilo da montanha, e a sensação de mais uma vitória alcançada.
Foi lindo ver todos se abraçando e comemorando aquele momento especial e, acredito que para cada um estar ali, naquela hora tinha algum significado, uma razão, um por que, um para que.
Pude perceber que na montanha cada pessoa busca atingir o seu cume, não importando onde será o ponto de parada, mas sim, o bem-estar, o se sentir realizado.
A volta foi tranquila e rápida. Naquele mesmo dia voltamos para a cidade.
Acredito que cada momento especial de nossa vida deixa saudades e recordações.
Esta viagem foi muito importante em minha vida, conheci a montanha através do toque, e pude enxergá-la com a ajuda de meus companheiros de viagem que fizeram toda descrição do que estava a minha volta e, o melhor de tudo, visualizei-a com os olhos do coração.
Tudo que determinamos em nossa vida é possível, basta querermos e traçarmos as metas que, julgamos serem cruciais para o alcanço de um sonho, um projeto, ou qualquer outra coisa.
A montanha com sua imponente beleza nos ensina muito, como por exemplo, “termos consciência dos nossos limites, do nosso controle emocional”; nos ensina a importância da união de uma equipe, o que é ser feliz e muito, muito mais.
Posso dizer que voltei dessa viagem muito mais determinada a alcançar meus projetos, com mais controle das minhas emoções, fortificada, feliz e mais encorajada a enfrentar os desafios da vida.

 Marina Ferraz Lucato (Limeira – SP)

27/06/2014

Sobre a saída Treinamento Itatiaia:

Sou grata por ter tido a chance de conhecer vcs e a nossa mais nova esportista Ana Olivia também. Ela amou tudo. O Carlão deu uma super atenção pra pequena, que já me perguntou quando vai viajar novamente com o Carlos…Os meninos são super organizados, pontuais e profissionais… Acho que o Doc também adorou. Muito obrigada por tudo sempre…

Alexandre Miller (São Paulo – SP)

13/06/2014

Sobre o Trekking Cordilheira Real (Bolívia):

Escrevo para agradecer todo o suporte da Grade6. Voces realmente fizeram de tudo para que a viagem transcorresse muito bem. A comida era ótima e a infra-estrutura excelente. Os guias, Osvaldo e Sergio são excelentes na montanha e como pessoas.
Infelizmente eu saí de São Paulo tratando de uma infecção e quando cheguei lá peguei uma virose. Fiquei com febre no acampamento e realmente não estava me sentido bem. Da próxima vez, e haverá uma próxima vez, estarei em melhores condições para desfrutar esses passeios que são incríveis.


Sabrina Paschoal (São Paulo – SP)

14/04/2014

Eu simplesmente amei a viagem toda. Os guias africanos foram fantásticos, super atenciosos, acolhedores e cuidavam de nós com todo o carinho e atenção. Em alguns dias, eles praticamente não saiam do nosso lado, auxiliando em qualquer necessidade.
Não tenho reclamações sobre a viagem, apenas elogios.
Como dito anteriormente, toda a parte dos guias foi fantástica e já disse pessoalmente ao Carlos, mas gostaria de reiterar que ele é muito responsável pelo sucesso de toda a expedição. Sua paciência, a sensibilidade de perceber como cada um está, o auxílio em qualquer necessidade, nos deixa muito mais tranquilos e confortáveis num ambiente muitas vezes complicado.

Ana Borges (São Paulo – SP)

Confesso que quando pensei em fazer o trekking ao Campo Base do Everest e Gokio, tive receio pela altitude mas, a vontade de ver a maior montanha do mundo foi maior.
A trilha é maravilhosa, onde vegetação, rios e montanhas nevadas enormes se unem de forma harmoniosa. A caminhada foi contemplativa, muito devagar, o que proporcionou uma ótima aclimatação, não tendo problema algum com a altitude. O caminho é longo mas, sem dificuldades. Pude desfrutar de paisagens deslumbrantes e da magia que esse lugar tem, sem nenhuma preocupação. Harmonia e paz reinam naquele lugar.

Luísa (Rio de Janeiro-RJ)

Posso dizer que durante o trekking pro Everest Camp Base vivi alguns dos momentos mais lindos e emocionantes da minha vida. Embarquei pra lá cheia de incertezas sobre como seria meu desempenho, se eu conseguiria chegar até o fim ou não, já que tinha lido alguns depoimentos de pessoas que se sentiram muito mal e tiveram que retornar. Mas como eu já tinha tido alguma experiência em altitude, confiava que tudo ocorreria bem.
Sem dúvida não é um projeto fácil, e hoje eu acho que o preparo psicológico é tanto, ou mais importante que físico, pois temos que superar muitos desconfortos durante um período prolongado. Eu pessoalmente não tive problemas com a altitude, fora a falta de ar, e alguma dor de cabeça, não senti nenhum outro efeito colateral, nem falta de apetite. Sem dúvidas meu maior problema foi o frio.

Acho que é uma viagem que a pessoa tem que querer muito fazer, querer de verdade estar lá. E apesar de acreditar que o preparo psicológico é fundamental, o físico tb é muito importante para que a pessoa consiga realmente aproveitar o trekking, e não fazer somente um bate e volta no camp.

Elmar (Brasília – DF)

Àqueles que se interessarem em uma fantástica caminhada nos Himalaias, eu só tenho a declarar uma coisa: “É indescritível ! só vivenciando mesmo para saber. Tenho 58 anos, sou bancário aposentado, faço pequenas caminhadas regularmente, nado um pouco e não sou nenhum atleta, entretanto, fiz com tranquilidade o Trekking ao Acampamento Base do Everest e Vale de Gokyo, em outubro do ano passado e arrisco a dizer que foi o melhor passeio da minha vida, e olha que já tenho um razoável histórico de lugares que conheço.

A Grade 6 neste evento fez toda a diferença. O guia Eduardo foi sensacional. Atencioso, divertido e competente. Tenho certeza que se fosse a Aretha ou o Carlão, o resultado não teria sido diferente.

Teria mil coisas a dizer desta aventura mas, a quem interessar poderá ver no Facebook algumas fotos minhas que ficaram fantásticas. Para finalizar, registro que, para mim, a preparação para a caminhada é 70% cabeça e 30% físico.

Nilton (Manaus – AM)

Eu tenho 50 anos, vivo em Manaus, uma cidade apenas 60 m acima do nível do mar. Faço caminhadas regulares, de 8,5 km, quatro vezes por semana, mas não corro. As trilhas do Himalaia são fáceis de se adaptar, seguindo o roteiro da Grade6, onde cada dias vai-se aclimatando com a altitude (não tive dor de cabeça nenhum dia, e ninguém da equipe também). O dia mais cansativo é o último de “subida”, quando tem-se que atravessar o Cho La Pass. As trilhas são seguras, somente nos últimos dois dias de subida é que há uns trechos que requerem mais cuidado, mas, com o auxílio dos dois líderes locais, mais o líder da Grade6, tudo é feito com muita disciplina e segurança. Eu NUNCA havia feito um “trekking” antes em toda a minha vida, mas, mesmo assim, consegui o objetivo. Acredito que três coisas são fundamentais: ter um condicionamento mental positivo (acreditar que vai conseguir superar qualquer obstáculo), muita HIDRATAÇÃO – que é importantíssimo, chegava a beber 5 l a 6 l de líquidos por dia, entre água e chá – e um condicionamento físico bom, normal, não precisa ser de um “ironman” ou de um “maratonista”…No nosso grupo, eu era sempre um dos últimos a chegar, mas, o importante: EU SEMPRE CHEGAVA!!!…
Espero que este depoimento – sincero – ajude algumas pessoas a superar suas angústias e receios e visite uma das PAISAGENS mais IMPRESSIONANTES e BELAS do MUNDO!!! Marcas INDELÉVEIS na minha mente, por toda a minha vida!!!
Estou agora tendo o condicionamento físico sob supervisão de um especialista, porque quero estar em forma, quando for ao Kilimanjaro, em setembro!!! Mas, como escrevi acima, nada de muito extravagante, só mesmo para ter mais “fôlego” que tive ano passado, no Himalaia!!!


Ana L. Borges (São Paulo – SP)

26/09/2013 – 14:30

A equipe do Expedições Inclusivas em parceria com a Grade 6 levou dois deficientes visuais a ascender a montanha Huayna Potosi na Bolívia no ultimo julho. Uma experiência indescritível e um lindo desafio. Estávamos em uma expedição regular e o grupo nos acolheu de cara, convivendo com os deficientes visuais com muita naturalidade.

Com o impecável planejamento, profissionais competentes e um grupo de companheiros acolhedores e divertidos, nos foi dada toda confiança para realizar esse desafio.

Como uma das idealizadoras do projeto Expedições Inclusivas saí desta viagem totalmente realizada e com um grande aprendizado. Estar com os deficientes visuais na montanha me deu um novo “olhar” sobre as pessoas e a própria montanha. Na noite de ascensão ao cume resolvi fechar os olhos e experimentar a sensação as quais os deficientes visuais poderiam estar sentindo. Foi incrível! Comecei a aprender a não ver apenas com os olhos mas, ouvir a montanha, sentir o vento, o barulho dos crampons e das piquetas ao tocarem a neve, sentir o que estava ao meu redor.

Se o que vi com os olhos já era maravilhoso o que vi através de meus sentidos foi divino!

Gratidão a toda a equipe Grade 6 e aos companheiros montanhistas!

Diego P. Robert (Itu - SP)

17/09/2013 – 15:30

Só posso agradecer pelo grande curso de Escalada em Rocha I realizado nesse último final de semana. Equipe séria, experiente, segura, atenciosa e respeitosa com os limites de cada aluno, sem perder o bom humor e simpatia.
Espero contar mais vezes com o suporte da Grade 6, com toda sua equipe, nos próximos projetos que deixarão de ser apenas sonhos, para se tornar realidade.

Abraço a todos

Diego


Douglas E. Batista (São Paulo/SP)

21/08/2013 – 18:00

Sobre a participação na Expedição Elbrus com a Grade6:
Para um professor – muito embora isso valha também para qualquer profissional – é muito relevante (re)fazer de tempos em tempos a experiência de ser “principiante”, “leigo”, “incipiente”. É que a docência pode, particularmente, nos dar a desastrosa ilusão de que a mestria seria uma “fato consumado”, um “estado definitivamente conquistado”, quando na verdade não é mais do que uma “posição”, um “lugar” que ocupamos mais ou menos “circunstancialmente”.

Sabrina Paschoal (São Paulo/SP)

27/05/2013 – 10:30

Eu adorei o trekking do Everest. Os locais, a natureza, o grupo. Adorei fazer parte dessa experiência maravilhosa por esse trekking inesquecível. Parabéns ao Carlos Santalena e à Aretha que foram fantásticos em todos os momentos em que precisamos deles. Não teve nada que eu não tenha gostado.Adorei conhecer a vida cultural de Katmandu, mas o trekking nas montanhas é algo impressionante. A natureza grita à nossa frente e nos faz pequenos diante da grandiosidade das montanhas

Paulo Penachio (São Paulo / SP)

17/05/2013 – 16:59

Muitos dos meus sonhos foram adiados, postergados, mas para aquele que sempre teve em seu interior, no sangue, a vontade de desbravar o desconhecido que não é trivial à maioria das pessoas, sabe que nunca é tarde para realizar um sonho.
Então, aquele sonho de menino aflorou com força e para não deixar escapar decidi que a próxima aventura seria escalar uma montanha, e a pergunta seguinte, por óbvio, QUAL?
Decidi, então, começar pelo Kilimanjaro que entre as altas montanhas dos 7 cumes era teoricamente a mais fácil.
Ao buscar ajuda, essa veio através da Grade6 com sua equipe altamente profissional e competente. Nos diversos contatos com o Rodrigo Raineri e o Carlos Eduardo, a certeza que estava no caminho correto. A viagem começou imediatamente, pois a escolha e compra dos equipamentos, sempre em dobro (meu e do meu filho), já traziam a noção e a dimensão do que seria a viagem.
Minha primeira experiência em alta montanha foi simplesmente fantástica e fascinante, e realmente, somente estando lá, para avaliar o que significa “estar” em uma montanha; sai da leitura gostosa de tantos livros de aventura para empreender a minha aventura e o resultado foi a abertura de um universo desconhecido até então, mas maravilhoso e encantador, como resultado estou embarcando novamente com a Grade6 para o Elbrus na Rússia, a maior montanha da Europa e mais uma dos sete cumes.

José Angelo

27/04/2012 – 15:38

Cá estou de volta, escrevo para agradecer a companhia dos guias, Carlos e do Eduardo.Sem eles, ficaria muito difícil completar o trekking, são pacientes e muito competentes.A integração foi total, parece que nos conhecíamos há muitos anos.Também a amizade que eles cultivam no caminho, são reconhecidos por onde passam, ajudou muito.Enfim, o trekking foi alegre e descontraído, paisagens lindíssimas que ficarão para sempre em nossa memória.E também pessoas que de certa forma marcam nossos caminhos, que guardaremos com carinho em nosso coração.Por falar em coração, valeu todo esforço que fiz, cateterismo e angioplastia, para poder participar, sem sustos.Valeu, saiu melhor que esperava, meus agradecimentos à equipe Grade6, vocês são muito bons.Abraço.

Flávio Tinos

27/02/2012 – 13:51

Oi Aretha. Bom dia. Quero aproveitar para agradecer a GRADE VI, nas figuras do Santalena, Aretha e Sr. Eduardo, e tb a empresa Brasil Dream Tour, com a Karen pela atenção e carinho. Aretha, gostei muito,muito da viagem. Gostei q vç foi com a gente, do grupo de treking e do pessoal da expedição, especialmente Canellas e Emilio. Só quero agradecer a vçs e mostrar toda minha gratidão. Quero desejar ao Santalena, mais sorte nessa nova expedição e que ele volte com saude e paz , pois é um menino muito bom. O Woody chegou bem, e meu filho manda um abraço a todos e na sexta estamos indo para Orlando, principalmente para dar um abraço no pateta. Mais uma vez , obrigado por poder compartilhar momentos magicos com todos vçs, e pode sim mandar meu E-mail para o pessoal. Depois entro em contato para ver a possibilidade do curso de escalada em rocha no carnaval. Forte Abraço, e por favor, transmita ao Santalena meus votos de boa sorte e agradecimento. Flavio

Cristiane Rosati

17/11/2011 – 19:19

Ah, por favor, direcione a quem de interesse, que vocês tem um instrutor, que embora muito jovem, é muitooo bom. Lucas é muito profissional, muito competente e passa muita credibilidade no que diz, além de ser educadissimo e muitoo gente boa. Todos adoraram o nosso professor…rs, aliás, adoramos ele e você…o alto astral é contagiante.
Obrigadaaa
Beijosss

Diogo Tobias – Curso de Escalada em Gelo

27/07/2011 – 18:24

Realizei este ultimo curso de escalada no gelo na Bolivia. Gostaria de expressar minha gratidão e dizer que sou um cliente 100% satisfeito. Carlos Santanela , Cristian, Oswaldo, Sergio e Juancho são pessoas que trouxeram tanto conforto para o grupo, que mais pareciamos velhos amigos nos divertindo juntos. Gostaria recomendar um curso avançado de escalada em gelo, pois durante uma conversa informal com os guias bolivianos essa ideia veio a tona e muito bem recebida por todo o grupo.

Beatriz de Paula Souza

26/01/2011 – 12:08

Depoimento dado aos Guias da expedição ao Aconcagua 2010-2011

Admiro sua liderança, sua experiência, responsabilidade e capacidade de transmitir segurança, serenidade e coragem aos que guia. Se não fosse por isso, certamente teriam havido desistências precoces.E claro que quero continuar viajando com vc!

Maria Filomena Rocha Lima

21/01/2011 – 20:13

Olá “meu guia”,
Nós é que temos muito a te agradecer, porque se não fosse o seu entusiasmo, seriedade e profissionalismo, cada um de nós não teria atingido seus objetivos e se apaixonado pela montanha, como você pode ver que ficamos.

O nosso agradecimento é também para a Jus e o Eduardo. Ter uma mulher no grupo de guias foi muito importante para mim, porque eu senti que ela sabia como as coisas aconteciam para nós. E a Jus foi também muito dedicada e profissional. O Eduardo foi presente ao nosso lado também na forma dele carinhosa e profissional de ser. Portanto Carlos, nada mais justo que essa equipe que vocês formaram mereça o nosso respeito e admiração.

Jose Carlos da Silva – Trekking Everest / abril-2010

02/04/2010 – 01:00

Em São Paulo, encontrei-me com o pessoal da Grade6 (empresa da expedição). Lá, eles me deram as últimas dicas, conselhos e instruções. Gostaria de manifestar aqui toda a minha gratidão a eles. Não sei se vocês sabem, mas o grupo que eu iria para o Everest se desfez. Ou seja, meu sonho seria adiado. Mas a grade6 me rescuperou o sonho, disponibilizou 2 guias, que encontrarei em Katmandu (Nepal), e viabilizou a expedição.

Jose Alexandre Crescêncio – Curso de Escalada em Rocha I

22/02/2010 – 01:00

Bom dia Eduardo e toda equipe Grade 6

Nós que estamos sempre lidando com pessoas sabemos como é dificil ofercer um produto ou serviço que sempre agrade e muitas vezes somos criticados por qualquer problema, mas quando tudo acontece perfeitamente muitas vezes essas pessoas se esquecem de nos parabenizar, por iss quero agradecer por todo empenho e qualidade impar que a Grade nos ofereceu nesse maravilhoso fim de semana, a você Eduardo pelas conversas e por todas as duvidas tiradas e empenho em conciliar as agendas, ao Carlos pela paciência conosco e todo conhecimento que nos passou, a infra estrututa oferecida pela Grade 6 é maravilhosa e com toda certeza ficou o gostinho de quero mais, saibam que logo logo estaremos realizando o nivel dois do curso de Escalada em Rocha e depois o Curso de escalada em Gelo e só Deus sabe onde vamos parar, kkkkkk.
Abraços e mais uma vez parabens a todos

Jus – Curso de Escalada em Gelo

12/07/2009 – 17:25

Gostaria de agradecer a toda equipe da Grade 6 e também o pessoal da Altitud 6000, muito obrigada! Todos foram muito profissionais desenvolvendo um excelente trabalho, o curso foi maravilhoso, o lugar é fantástico e a experiência adquirida foi realmente incrível!
Namastê!

Adilson Moralez – Expedição Aconcagua

20/01/2009 – 17:58

Muito obrigado pela mensagem e realmente procurei retratar na matéria tudo o que senti na expedição. Me senti muitíssimo recompensado por todo o esforço que fiz, tanto em termos de treinamento, preparação e também como disse pela escolha da empresa e da equipe de suporte.
Aliás, gostaria de aproveitar sua mensagem para realmente agradecer a você, Rodrigo e Pedro e toda equipe pelo excelente serviço e suporte na montanha.

Dia de ataque ao cume:
Bem, hoje foi o dia D. Acordamos às 3h e começamos os preparativos: fazer água, preparar chá e se vestir. Como estávamos em 3 na barraca ficou difícil se mover e não podíamos correr o risco de esquecer nada. A temperatura dentro da barraca era de -10 ºC, muito bom para um dia de cume. Já com o mínimo de roupa saímos da barraca para completar a vestimenta: colocar os crampons, cobre-luvas, polainas, etc. Até pensei em fazer algumas fotos, mas a situação e as luvas não permitiam.

Finalmente às 4:30 h os 7 estavam prontos (Eu, Pedro, Adelino, Paulinho, Edu, Décio e Guilherme) e partimos em direção ao nosso objetivo. No caminho foi possível ver o acampamento cólera, de onde mais pessoas estavam se preparando para sair. A lua estava cheia e iluminava todo nosso caminho, quase que dispensando o head lamp. De início, até senti calor, mas próximo do amanhecer a temperatura caiu um pouco mais.

Quando a lua começou a se pôr avermelhada no horizonte o sol já surgia do outro lado proporcionando um show sem igual para um dia tão especial. Neste momento, eu, Pedro e Adelino já estávamos chegando à Independência – 6.400 msnm. O restante do grupo vinha mais lentamente e acabamos nos distanciando.

Neste ponto, o Adelino decidiu retornar, pois estava em seu limite físico. Eu também estava exausto, mas tinha que seguir adiante e a partir deste ponto segui usando o psicológico para impulsionar o corpo, pois o desgaste era enorme.
Quando entramos no “gran acarreo” um forte vento jogava neve no rosto, aumentando ainda mais a dificuldade. Os poucos passos eram dados entre intervalos enormes para descanso. O Pedro caminhava à frente e eu me esforçava muito para manter o ritmo.

Durante pequenas pausas, eu descansava o corpo sobre os bastões e ao fechar os olhos, automaticamente entrava num estado de sonolência e delírio que duravam alguns segundos. Era uma mistura de realidade, sonho e até mesmo delírio. Interessante saber que este fato também foi reportado por vários membros do grupo.

Algumas horas mais de subida e paramos para descansar, comer e se hidratar na “cueva”, uma parede de rocha que forma um pequeno abrigo. O que viria a seguir é um dos pontos mais temidos da ascensão: a “canaleta”. Um trecho bem íngreme e no nosso caso com o agravante de cerca de 30 cm de neve. Nossa sorte é que havia um chileno na nossa frente que ia abrindo o caminho.

Como ele estava bem adiantado fez o cume e já voltava quando nos deu a péssima notícia que havia um corpo no cume. Mais tarde fomos saber que se tratava de um inglês que havia sofrido um ataque cardíaco logo após atingir o cume e seu corpo aguardava o resgate de helicóptero, quando o tempo permitisse. Isto definitivamente nos abalou muito.

Finalmente, às 12:52 h, após oito horas e meia de caminhada eu e o Pedro chegamos ao topo das Américas: o cume do Monte Aconcágua. A princípio estava tão exausto que não conseguia raciocinar e priorizar o que fazer. Quando caímos na real, nos abraçamos, choramos, e nos parabenizamos pelo grande feito.

Estávamos apenas os dois no cume, pois nossos companheiros vinham mais lentamente, e tivemos dificuldades para fazer fotos juntos. Fizemos dois vídeos bem emocionados para registrar nossos agradecimentos pela conquista e já mais descansados fiz uma bateria de fotos da cordilheira, da cruz no cume, da face sul e nossas, individualmente.

Mantendo o bom senso, ficamos cerca de 30 min e começamos a longa e cansativa descida. No caminho encontramos nossos amigos, além de muitas pessoas em seus passos lentos. Em cerca de duas horas já estávamos no conforto de nossa barraca novamente com uma enorme sensação de dever cumprido. Passamos o resto do dia descansando e esperando nossos companheiros que finalmente chegaram ao final da tarde.

 Nanci Silva – Trekking campo base do Everest

25/10/2005 – 00:00

O trekking foi bárbaro. Terminamos hoje depois daquele avião que sai de Lukla. A pista é terrivelmente pequena e cai em um paredão.

Conseguimos o Kala Patar (5540m). Fiquei com medo da nevasca e desci, depois pediram para eu subir novamente e dá-lhe, repeti a subida. Foi duro, mas demais de legal. O grupo é 1000 vezes ótimo. Todos nos abraçamos toda hora, rimos, jogamos, andamos, fotografamos uns aos outros. Simplesmente o máximo. O Rô (guia Rodrigo Raineri) é só o máximo…

 Gustavo Junqueira – Expedição Kilimanjaro

01/07/2005 – 01:00

Expedição KILIMANJARO e Monte Meru, COM SAFÁRI- Tanzânia (África)
EXPEDIÇÃO AO MONTE MERU – TANZÂNIA (ROTEIRO KILIMANJARO)

Gostei muito da experiência no Monte Meru. É um trekking diversificado, exigente e uma ótima aclimatação para subir o Kilimanjaro. Uma grande atração na trilha do Meru, nos dois primeiros dias, é a perspectiva de encontrar animais selvagens nas florestas até mais de 3 mil metros de altitude. Vi girafas, zebras e búfalos, além de pegadas de elefante. Valeu!

Gustavo Junqueira julho de 2005